Mãos que Acolhem amplia ações de proteção e acolhimento às mulheres em Aracruz
O Agosto Lilás é dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher e, pensando nisso, a Prefeitura de Aracruz, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho (Semds), fortalece as ações de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres por meio do projeto “Mãos que Acolhem”.
Entre as iniciativas do projeto está o “Reconhecer para Proteger”, uma ferramenta criada para ampliar o acesso à informação, estimular o acolhimento e ajudar na identificação de possíveis sinais de violência que podem estar presentes nos relacionamentos, no ambiente familiar ou em outros contextos da vida cotidiana.
A Semds disponibiliza um questionário com perguntas simples e que convida as mulheres a refletirem sobre situações vivenciadas e comportamentos que, muitas vezes, acabam sendo naturalizados ou passam despercebidos.
A partir das respostas, é possível compreender melhor, determinadas situações, refletir sobre o que caracteriza um relacionamento saudável e conhecer os caminhos disponíveis para buscar proteção, orientação e garantia de direitos.
“O Agosto Lilás é um mês importante para reforçarmos a conscientização e o enfrentamento à violência contra a mulher. E é importante lembrar que violência não é apenas agressão física: ela também pode ser psicológica, moral, sexual ou patrimonial, muitas vezes começando com controle, humilhações, ameaças e desrespeito. Por isso, informação e acolhimento são fundamentais. O CREAS tem papel importante nesse processo, oferecendo acompanhamento, orientação e apoio às mulheres em situação de violência. E esse trabalho precisa acontecer durante todo o ano, com a participação de toda a sociedade. Violência contra a mulher não é problema de casal. É responsabilidade de todos nós”, destacou Andrea Fregini Flores, gerente de Proteção Social Especial.
Já a secretária de Desenvolvimento Social de Aracruz, Rosilene Filipe, enfatiza que Nosso compromisso é combater todas as formas de violência e construir uma Aracruz onde toda mulher tenha seus direitos respeitados. “Dizer não é um direito, e respeitar esse não é uma responsabilidade de todos. Entendemos que esse canal em apoio às mulheres é mais uma ferramenta para contribuir com essa rede de proteção, além de ampliar os caminhos para que elas possam buscar informação, orientação e acolhimento. Com o projeto ‘Mãos que Acolhem’, queremos que cada mulher saiba que não está sozinha e que pode contar com o poder público para ser ouvida, respeitada e protegida”, disse.
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