Mulheres do Assentamento Nova Esperança debatem sobre violência e divisão do trabalho doméstico

Publicado em: 27 de outubro de 2017
Texto: Secretaria de Comunicação
Imagem: SECOM
Mulheres do Assentamento Nova Esperança debatem sobre violência e divisão do trabalho doméstico

A passagem da Unidade Móvel de Atendimento à Mulher do Campo, da Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDH), atraiu dezenas de mulheres do Assentamento Nova Esperança, nesta quinta-feira, 26 de outubro. Ao longo do dia elas puderam circular entre palestras, oficinas e atividades culturais, organizadas pela Prefeitura de Aracruz.

Pela manhã o grupo se concentrou em um grande círculo para ouvir sobre direitos e mensagens de empoderamento. A equipe sócioassistencial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEMDS) foi fundamental para tirar dúvidas de mulheres que, até então, desconheciam sobre a rede de apoio oferecida pela PMA. Um momento de diálogo que resultou em troca de saberes e informação.

“Foi tudo um sucesso, além de ter sido uma oportunidade de aproximação do poder municipal com a comunidade. Mas nós ficamos ainda mais felizes em ver a alegria de todas as mulheres ao serem lembradas”, comentou a secretária de Desenvolvimento Social e Trabalho, Rosilene Filipe dos Santos.

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 “A partir de hoje as coisas vão mudar”


Uma das oficinas chamou atenção de mães, donas de casa, estudantes e trabalhadoras sobre a divisão justa do trabalho doméstico. Conduzida por Rhayrani Pedroni, engenheira agrônoma e ativista, a roda de conversa abriu espaço para que todas falassem sobre como se sentem diante da rotina do dia a dia.

“A partir de hoje as coisas vão mudar!”, exclamou uma das mulheres logo após o bate papo; enquanto outras também expressavam empoderamento: “A casa é da família toda. Todo mundo tem que ajudar no trabalho”; “Mulher não foi feita pra ficar só cuidando da casa”.

As mulheres do assentamento também participaram de uma oficina de confecção de árvore de natal e bandejas através do reaproveitamento de madeiras, com o grupo “Nós Mulheres”, além de acompanhamento com a equipe do ônibus roxo, formada por assistentes sociais e psicólogos.

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