Escola no Aricanga: passeio pela Mata Atlântica com a CMEB Paulo Freire
Olhares atentos a cada detalhe da floresta: folhas de variados tamanhos, árvores majestosas, pássaros, insetos e o verde que predomina no visual. Na manhã desta terça-feira, 14 de novembro, crianças do 6º ano do Centro Municipal de Educação Básica “Paulo Freire” embarcaram numa aventura pela Mata Atlântica do Parque Natural Municipal do Aricanga. Uma aula ao ar livre, com direito a caminhada e contemplação da natureza.
A atividade faz parte do projeto Escola no Aricanga, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAM). Antes de iniciarem a subida pela trilha da Barriguda, os alunos se envolveram em um momento de diálogo, onde a equipe da SEMAM fez uma apresentação da Unidade de Conservação, explicando a importância da natureza e práticas de preservação, além de um bate papo sobre vida saudável e práticas que ajudam a diminuir impactos ao meio ambiente.
No passeio pela trilha as crianças participaram de uma vivência com a natureza e aprenderam sobre a relação do ser humano com o meio ambiente. Durante a caminhada, orientada por guias e biólogos, foi possível ver bem de perto algumas das mais incríveis espécies de árvores brasileiras.
Larissa Oliveira se encantou com as belezas naturais do parque. Apesar de morar próximo de uma área de mata, não escondeu a surpresa ao descobrir tantas novidades: “Tudo é lindo!”, afirmou a aluna de 11 anos.
Conhecer para preservar
O projeto Escola no Aricanga leva alunos da Rede Municipal de Ensino do município de Aracruz para conhecerem as belezas do Parque Natural Municipal do Aricanga, em uma aula ao ar livre com direito a trilha e contemplação do espaço natural.
Além de proporcionar um momento de lazer e contato direto com a natureza, uma das missões do projeto é sensibilizar as crianças aracruzenses quanto à preservação e estimular um estilo de vida mais saudável e consciente.
“O foco principal de uma área protegida que permite a visitação é que, através do contato com a natureza, é possível sensibilizar, pois uma das premissas da conservação é que é conhecer para conservar. Assim, justifica a criação desses espaços e incentiva boas práticas pelos visitantes”, explicou a bióloga da Prefeitura de Aracruz, Luciane Reis.
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