“Projeto: Ler e Brincar – Uma Aventura para a Imaginação” estimula estudantes com deficiência
A Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Paulo Freire, localizada no bairro São Marcos, realizou nesta terça-feira (20) e quarta-feira (21), as ações do “Projeto: Ler e Brincar – Uma Aventura para a Imaginação”. Na ocasião, estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, participaram de uma divertida apresentação de leitura, teatro e muita brincadeira.
Com uma criança fazendo a leitura de livros da literatura infantil, outros colegas, devidamente adornados, também participavam interagindo. “Para o processo de alfabetização de nossas crianças com deficiência temos a necessidade de agregar a escuta e a escrita por meio de ações lúdicas. Considero a leitura e a brincadeira como elementos fundamentais no desenvolvimento da linguagem, da cognição, da imaginação e das habilidades socioemocionais”, explicou a professora Michele Aparecida Bustamante, responsável pelo projeto.
Ainda de acordo com Michele, para os estudantes atendidos na Sala de Recursos Multifuncional, essas práticas adquirem um valor ainda maior. “Com os recursos de nossa Sala Multifuncional temos mais possibilidade de acessos diversificados ao conhecimento, respeitando os ritmos e potencialidades de cada criança”, disse.
O projeto busca integrar práticas de leitura acessíveis com atividades lúdicas e sensoriais, promovendo a inclusão, o encantamento e o aprendizado por meio de experiências significativas. Ele objetiva despertar o gosto pela leitura e pela brincadeira como caminhos para o desenvolvimento da imaginação, linguagem, interação social e autonomia dos estudantes.
Ademais, visa ampliar o repertório literário e cultural dos alunos, estimular a criatividade, a expressão oral e corporal, além de desenvolver a escuta, a atenção e o raciocínio lógico por meio de histórias e brincadeiras, também proporciona vivências multissensoriais e acessíveis a todos os estudantes.
Suas ações serão divididas em momentos semanais ou quinzenais, organizadas em etapas, durante o semestre, como por exemplo, roda da Imaginação, acolhimento e conversa inicial, leitura de livros infantis, brincadeiras com histórias, dramatização com fantasias, exposição dos trabalhos, dentre outros. “Com isso, nós esperamos que nossos estudantes se tornem ainda mais participativos, criativos e confiantes, valorizando as histórias como instrumento de aprendizado e prazer, o que certamente ampliará as formas de expressão e comunicação deles”, completou a professora.
Compartilhe essa notícia:
Últimas notícias
- Prefeitura de Aracruz prepara cemitérios para o Dia de Finados
- IV Seminário Nacional sobre Violência e Saúde: PSE de Aracruz conquista o 2º lugar em amostras de experiências exitosas
- Cema: Saúde amplia atendimento especializado e avança na oferta de consultas
- Aracruz apresenta o Plano Municipal de Proteção e Defesa Civil e abre canal para dúvidas e sugestões
- II Seminário Estadual de Libras destaca o uso da inteligência artificial na formação de professores na área de língua de sinais
- Polo UAB está ofertando 14 vagas remanescentes em Especialização em Metodologia do Atletismo
- Palestra virtual debate o tema: “Filhos e telas: quem está educando quem?”
- Aracruz passa a ser reconhecida como Capital Estadual dos Povos Originários por lei estadual
- Aracruz brilha e conquista primeiro e terceiro lugares em cerimônia de encerramento do Programa Agrinho 2026
- Aracruz firma parceria com Sesi/Senai para ofertar novos cursos de qualificação profissional