Projeto Escola no Aricanga transcende o ensino teórico e desperta nos alunos a percepção de pertencimento ao meio ambiente
Publicado em: 02 de outubro de 2026
Texto: Renato Lana de Faria
Imagem: Semed
O Parque Natural Municipal do Aricanga Waldemar Devens recebeu nesta semana a visita de duas escolas da Rede Municipal de Ensino. A ação, que fez parte do 'Projeto Escola no Aricanga' em 2026, teve como objetivo promover atividades contínuas de educação ambiental, transformando esse bioma de mata atlântica em um verdadeiro laboratório vivo. Neste ano participaram os alunos do 5º ao 9º ano do Cmebti Ester Nascimento dos Santos, de Santa Rosa, e os do 5º ano da Emef Álvaro Souza, de Vila do Riacho.
Com seus incríveis 530,88 hectares de extensão, o parque abriga lagoas, afloramentos rochosos e palmeiras de Aricanga, tendo a Pedra do Azulão como seu ponto mais alto, com 582 metros. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Aracruz, já foram catalogadas 159 espécies de aves, como o papagaio chauá, além de outras 16 espécies de mamíferos, e inúmeras espécies de plantas, árvores e insetos, tendo a Baobá, popularmente conhecida como barriguda, como uma de suas principais atrações.
Antes mesmo dos alunos caminharem por suas belas trilhas, eles participaram de um momento de aprendizado na Cabana Central do parque, ouvindo importantes instruções de como se proceder mata à dentro, além de conheceram mais a fundo sua história e importância ambiental, ecológica e turística para o município. A Técnica Pedagógica da Secretaria de Educação (Semed) Karla Sangali Aurich esteve com os alunos em um dos dias de visitação e afirmou que momentos como este servem como uma experiência única de aprendizado.
"Estamos falando de algo que transcende o ensino teórico, pois proporciona aos nossos estudantes um contato direto e sensorial com a biodiversidade, a flora, a fauna, além dos recursos hídricos locais. Foi muito gratificante acompanhar essa visita e esse contato direto com a natureza, o que é uma experiência muito rica e construtiva, que torna a aprendizagem mais significativa e desperta neles a importância do cuidado e da preservação do meio ambiente", disse.
Esta área verde de Aracruz é considerada uma das mais importantes Unidades de Conservação do Espírito Santo, o que ajuda a fomentar em quem o visita a percepção de pertencimento ao meio ambiente e à compreensão da necessidade de sua preservação. Após o passeio pelas matas, os estudantes ainda foram agraciados com camisetas e um delicioso lanche.
De acordo com a diretora do Cmebti Ester Nascimento dos Santos, Suelen Silva Almeida Matos, que acompanhou seus alunos, a experiência de aprendizagem foi muito significativa, aproximando os conhecimentos trabalhados em sala de aula da realidade e do contato direto com a natureza. “Durante a aula de campo, os estudantes puderam conhecer e observar diferentes aspectos do bioma Mata Atlântica, identificando a vegetação nativa, a diversidade de espécies e as características do ambiente natural. A experiência possibilitou ampliar os conhecimentos sobre biodiversidade, preservação ambiental e a importância da conservação dos recursos naturais”, afirmou.
Para ela, mais do que uma visita, o momento foi de descobertas, interação, curiosidade e aprendizagem, no qual os estudantes puderam conhecer mais a fundo o território, desenvolver o olhar investigativo e fortalecer o sentimento de pertencimento e responsabilidade com o meio ambiente. “Uma experiência rica, que transformou o espaço natural em uma verdadeira sala de aula a céu aberto, tornando a aprendizagem mais concreta, significativa e conectada à vida”, completou.
Com seus incríveis 530,88 hectares de extensão, o parque abriga lagoas, afloramentos rochosos e palmeiras de Aricanga, tendo a Pedra do Azulão como seu ponto mais alto, com 582 metros. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Aracruz, já foram catalogadas 159 espécies de aves, como o papagaio chauá, além de outras 16 espécies de mamíferos, e inúmeras espécies de plantas, árvores e insetos, tendo a Baobá, popularmente conhecida como barriguda, como uma de suas principais atrações.
Antes mesmo dos alunos caminharem por suas belas trilhas, eles participaram de um momento de aprendizado na Cabana Central do parque, ouvindo importantes instruções de como se proceder mata à dentro, além de conheceram mais a fundo sua história e importância ambiental, ecológica e turística para o município. A Técnica Pedagógica da Secretaria de Educação (Semed) Karla Sangali Aurich esteve com os alunos em um dos dias de visitação e afirmou que momentos como este servem como uma experiência única de aprendizado.
"Estamos falando de algo que transcende o ensino teórico, pois proporciona aos nossos estudantes um contato direto e sensorial com a biodiversidade, a flora, a fauna, além dos recursos hídricos locais. Foi muito gratificante acompanhar essa visita e esse contato direto com a natureza, o que é uma experiência muito rica e construtiva, que torna a aprendizagem mais significativa e desperta neles a importância do cuidado e da preservação do meio ambiente", disse.
Esta área verde de Aracruz é considerada uma das mais importantes Unidades de Conservação do Espírito Santo, o que ajuda a fomentar em quem o visita a percepção de pertencimento ao meio ambiente e à compreensão da necessidade de sua preservação. Após o passeio pelas matas, os estudantes ainda foram agraciados com camisetas e um delicioso lanche.
De acordo com a diretora do Cmebti Ester Nascimento dos Santos, Suelen Silva Almeida Matos, que acompanhou seus alunos, a experiência de aprendizagem foi muito significativa, aproximando os conhecimentos trabalhados em sala de aula da realidade e do contato direto com a natureza. “Durante a aula de campo, os estudantes puderam conhecer e observar diferentes aspectos do bioma Mata Atlântica, identificando a vegetação nativa, a diversidade de espécies e as características do ambiente natural. A experiência possibilitou ampliar os conhecimentos sobre biodiversidade, preservação ambiental e a importância da conservação dos recursos naturais”, afirmou.
Para ela, mais do que uma visita, o momento foi de descobertas, interação, curiosidade e aprendizagem, no qual os estudantes puderam conhecer mais a fundo o território, desenvolver o olhar investigativo e fortalecer o sentimento de pertencimento e responsabilidade com o meio ambiente. “Uma experiência rica, que transformou o espaço natural em uma verdadeira sala de aula a céu aberto, tornando a aprendizagem mais concreta, significativa e conectada à vida”, completou.
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