Setor de Educação Especial Inclusiva aborda a importância da inclusão e do respeito às diferenças na Emefti Honório Nunes de Jesus

Publicado em: 07 de outubro de 2026
Texto: Renato Lana de Faria
Imagem: Semed
Setor de Educação Especial Inclusiva aborda a importância da inclusão e do respeito às diferenças na Emefti Honório Nunes de Jesus

A Escola Municipal de Ensino Fundamental de Tempo Integral (Emefti) Honório Nunes de Jesus, no bairro Morobá, recebeu na manhã desta terça-feira (6), as Técnica do Setor de Educação Especial Inclusiva Charlene Franco, Simone Nascimento e Márcia Carla para um momento que abordou a importância da inclusão e do respeito às diferenças.

A comunidade escolar presente teve um acolhimento em libras, proferido pela Técnica Pedagógica Charlene Franco. Ela detalhou a importância dessa língua brasileira de sinais. “Temos que lembrar que a libras é a língua oficial da comunidade surda de todo o país. Ela é considerada uma língua visual gestual que possui sua própria gramática e estrutura. Ao ensinarmos isso a nossas crianças nas escolas, estamos oferecendo a elas uma importante ferramenta de comunicação e de inclusão ", ressaltou.

De acordo com a diretora da escola, Solange Siqueira Magalhães, a visita dos servidores do Setor de Educação Especial foi um momento muito significativo para a comunidade escolar. “Durante o encontro, foi abordada a importância da inclusão e do respeito às diferenças, com destaque para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como uma importante forma de comunicação e interação. Posso afirmar que nossos estudantes participaram com entusiasmo e curiosidade, aprendendo alguns sinais básicos utilizados no dia a dia, como “Bom dia”, "Boa tarde"e “Te amo” além de encenar uma música:"Nada é maior que o Amor", comentou.

Ainda segundo Solange, essa atividade em sua escola proporcionou uma experiência prática e significativa, o que ajudou a despertar nos alunos o interesse por essa comunicação. “Ainda nos foi reforçado os valores como respeito, empatia, acolhimento e valorização das diferenças. Tivemos um momento de grande aprendizagem e sensibilização, contribuindo para a construção de uma escola cada vez mais inclusiva, onde todos possam se comunicar, participar e se sentir pertencentes”, completou.

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