Secretaria de Saúde presta esclarecimentos quanto a febre amarela e a mortandade de macacos
A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), de gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela, cuja ocorrência se dá na América do Sul e na África. Ela é transmitida pela picada, principalmente por mosquitos da espécie Aedes Aegypti, sendo que a transmissão de pessoa para pessoa não existe. Na maior parte dos casos, os sintomas incluem febre, calafrios, perda de apetite, náuseas, vômitos, dores de cabeça, dor muscular e fraqueza. Apresenta gravidade variável.
A única forma de evitar a febre amarela silvestre é a vacinação contra a doença. A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença. Pode ser aplicada a partir dos 9 meses e é válida por 10 anos. Ela é contraindicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo.
Os macacos NÃO são responsáveis pela transmissão da febre amarela
Infelizmente a falta de informação está levando pessoas a matarem macacos com o medo de serem infectadas, muitas por acreditarem que são os macacos que transmitem a doença, outras por pensarem que os mosquitos contraem o vírus ao picarem os macacos.
Isso não é verdade. Os macacos não são os responsáveis pela transmissão da doença. A única forma de transmissão do vírus é pela picada de mosquitos – não há transmissão diretamente a partir dos macacos. Matar macacos é crime e dificulta o trabalho de monitoramento do vírus da febre amarela.
A própria febre amarela mata os macacos, e espécies como Bugio, Sagui e Prego, por exemplo, estão em extinção. O óbito de macacos em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus em regiões de matas e florestas, servindo como um alerta de área de risco e para as autoridades de saúde adotarem medidas de prevenção, com a vacinação dos moradores da região.
O que fazer ao encontrar um macaco morto ou doente?
Qualquer cidadão pode informar o adoecimento ou a morte de primatas (macacos) junto à Vigilância em Saúde do município, ou qualquer unidade de saúde mais próxima, mesmo que seja somente um rumor.
Ressaltamos que qualquer ação pertinente a primatas, tais como sua captura, deve ser realizado por equipes especificamente treinadas. A informação poderá ser dada pessoalmente ou repassada por meio dos contatos abaixo:
Telefones:
Centro de Controle de Zoonoses - (27) 3270 7480
Centro de Controle de Zoonoses - (27) 99753 3934
Vigilância epidemiológica (27) 988680262
E-mails:
semsa.ccz@aracruz.es.gov.br
vigiep.aracruz@aracruz.es.gov.br
Compartilhe essa notícia:
Últimas notícias
- Aracruz é destaque nacional em projeto sobre adaptação às mudanças climáticas
- 15ª Chamada - Secretaria de Educação - Edital 002/2025
- Inscrições abertas para o Campeonato Municipal de Futebol Super Master 50 2026
- Cartilha Eleitoral 2026 é lançada e servidores recebem orientações sobre condutas eleitorais
- Aracruz fortalece práticas e constrói pertencimentos na Semana de Imersão da Diversidade e Inclusão
- Momento formativo destaca a legislação da Educação Inclusiva e fortalece a atuação dos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE)
- Cras Itaputera é inaugurado e reforça o cuidado com as famílias da região
- Aracruz lança Corredor de Biodiversidade e reforça compromisso com o meio ambiente
- Estudantes da Rede Municipal de Ensino são contemplados durante visita ao Corredor de Biodiversidade
- Fórum Permanente de Educação Infantil fomenta o avanço das políticas públicas nesta etapa de ensino