Viveiro da Prefeitura poderá produzir 150 mil mudas por ano com reforma
O Viveiro da Prefeitura de Aracruz, localizado na sede da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), está passando por uma ampliação e modernização de sua estrutura, o que ampliará a produção para 150 mil mudas anuais. Esta novas espécies serão aplicadas na revitalização e arborização urbana, no paisagismo de áreas públicas (canteiros e praças), em projetos de recuperação de áreas degradadas, nas unidades de conservação, entre outras ações, melhorando a qualidade de vida de toda a população.
De acordo com o prefeito de Aracruz Jones Cavaglieri, o principal objetivo da modernização do viveiro é ampliar a capacidade de produção de mudas. “As espécies serão utilizadas em reflorestamento, no paisagismo de praças, nas ruas da cidade, de forma que cuidemos do meio ambiente e da qualidade do ar. As árvores contribuem para um ar mais puro. Além disso, o viveiro ajuda na recuperação de nascentes, através do reflorestamento no entorno”, ressalta o prefeito.
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Para o secretário de Meio Ambiente Edgar Allan Martins, o projeto auxiliará na readequação do projeto paisagístico local. Segundo ele, embora a cidade seja bastante arborizada, há inadequação de algumas espécies utilizadas no passado, pois trazem transtornos para os cidadãos por causa dos conflitos causados a outros equipamentos urbanos e à mobilidade urbana, além dos prejuízos ao patrimônio particular, com a destruição de calçadas e muros.
“Nesse novo cenário será possível a substituição gradual dessas árvores, garantindo à população todos os benefícios ambientais de uma cidade arborizada, tais como, conforto térmico, diminuição da poluição atmosférica e sonora, dentre outros, sem afetar a disponibilidade de passeios trafegáveis (calçadas cidadãs), nem a iluminação dos logradouros públicos. Essas situações foram verificadas em alguns bairros de Aracruz devido aos conflitos provocados por uma arborização não planejada”, constata Edgar.
Segundo a coordenadora de licenciamento de atividades urbanas da PMA, Juliana das Neves Calvi, o canteiro está deixando de ser um viveiro rústico. “Estamos implantando uma estrutura mais robusta, com sistema de irrigação, agora automatizado, ampliando assim a produção”, detalha Juliana.
A obra conta com recursos oriundos de compensação ambiental, ou seja, por meio de uma conversão de multa aplicada pela Semam, em solo rural irregular, conforme Decreto Municipal nº 12.507/2004. A estimativa é que ainda neste primeiro semestre a obra esteja em sua fase final.
O viveiro contará com uma área de aproximadamente 550 m², contendo depósito de sementes, área de manuseio, área de endurecimento/rustificação da muda e o espaço do viveiro coberto com sombrite, com capacidade de produção de 150 mil mudas por ano, além de um sistema de irrigação automático.
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